terça-feira, 21 de julho de 2015

Samsung Tab A tem foco em produtividade e bom design


Divulgação/Samsung
Carregando...Tab A SamsungSão Paulo – O Tab A é o novo tablet daSamsung. Ele vem equipado com uma S Pen, a caneta inteligente da marca, que promete facilitar o uso do aparelho -- e que mostra um pouco do foco do gadget em profissionais. Com um visual mais moderno do que outros tablets da marca, o Tab A pesa 450 gramas e vem nas cores cinza e branco. O tablet tem dois tamanhos: um de 8 polegadas e outro de 9,7 polegadas. Ambos têm tela de proporção 4:3. Isso torna atividades, como a escrita e a leitura, mais naturais para os usuários, já que a proporção é a mesma de um caderno ou livro.
O Tab A vem com três meses grátis de conteúdo d'O Estado de São Paulo, d'O Globo, do app de notas Evernote e do Google Play Music. As duas versões possuem processador quad-core de 1,2 GHz, sistema Android Lollipop, 2 GB de RAM e 16 GB de armazenamento. Os aparelhos têm entrada para cartões microSD de até 128 GB. Os tablets da série A custam 1.399 reais para as versões de 8” com conexão 4G e de 9,7” com WiFi. O modelo de 9,7 polegadas com conexão 4G custa 1.649 reais.

Apple Music não será compatível com novo iPod Shuffle e Nano


Divulgação/ Apple
Atualização do dispositivo trouxe novas cores, mas não há suporte para Wi-Fi
Atualização do dispositivo trouxe novas cores, mas não há suporte para Wi-Fi
Adeline Daniele, de INFO Online
São Paulo - Na semana passada, a Apple lançou novas versões de seus iPods em sua loja online. No entanto, para o descontentamento de muitos, os modelos Shuffle e Nano não são compatíveis com o Apple Music.
Segundo fontes do site 9to5Mac, a medida visa impedir a pirataria, já que usuários teriam a opção de sincronizar as músicas do serviço de streaming offline e poderiam mantê-las mesmo depois de cancelar a assinatura, já que os aparelhos não têm suporte a Wi-Fi.
Dessa forma, quem tentar enviar músicas do serviço para o dispositivo será surpreendido com uma mensagem afirmando que itens do Apple Music não podem ser copiados para o modelo do iPod.
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A boa notícia é que a atualização do iPod Touch, que ganhou novas cores e um processador semelhante ao do iPhone 6, poderá sincronizar músicas do streaming sem problemas.
O dispositivo já vem com o iOS 8.4, compatível com o Apple Music, e novos usuários podem ganhar três meses grátis para testar o serviço.

Farol da Ford ilumina curva perigosa e avisa sobre pedestres


Reprodução/YouTube
O Advanced Front Lightining conta com câmeras e GPS instalados na moldura dos retrovisores
O Advanced Front Lightining conta com câmeras e GPS instalados na moldura dos retrovisores
Rodrigo Furlan, da Quatro Rodas
São Paulo - A Ford divulgou informações sobre seus novos sistemas de segurança, que têm sido desenvolvidos no Centro de Inovação de Aachen, Alemanha.
Tanto o Advanced Front Lighting System quanto o Spot Lighting estão instalados na parte dianteira do carro e utilizam sensores, luzes e câmeras para auxiliar o motorista durante a condução.
O Advanced Front Lightining conta com câmeras e GPS instalados na moldura dos retrovisores, controlado o facho dos faróis de acordo com a situação de via que está por vir.
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Assim, por exemplo, caso o motorista esteja diante de uma interesecção, o foco dos faróis será ampliado, facilitando a visualização.
Já o Spot Lighting aproveita uma câmera com infravermelho instalada na grade frontal para detectar potenciais obstáculos, como animais os pedestres, que estejam até 118,7 metros à frente.
A informação aparece numa tela para o motorista, com contorno amarelo ou vermelho, de acordo com a proximidade do que foi detectado. É possível flagrar até oito obstáculos de uma só vez.
A tendência é de que esses sistemas sejam oferecidos pela Ford em carros vendidos nos mercados asiático e europeu.

Carros-robô ganham cidade para aprender a dirigir melhor


Jeff Kowalsky/Bloomberg
Carro autônomo para em faixa de pedestre durante teste na M City, cidade criada pela Universidade de Michigan
Carro autônomo para em faixa de pedestre durante teste na M City, cidade criada pela Universidade de Michigan
Keith Naughton, da Bloomberg
Uma cidade simulada foi inaugurada nesta segunda-feira no campus norte da Universidade de Michigan para testar como os carros autônomos vão funcionar no futuro sem massacrar os pedestres nem provocar enormes batidas.
“O corpo docente daqui da universidade projetou esse futuro completamente evoluído”, disse Peter Sweatman, diretor do Instituto de Pesquisa sobre Transporte, que supervisionou a criação da instalação de teste M City, em uma entrevista.
“Afinal, estamos substituindo seres humanos por máquinas, e essas máquinas precisam ser capazes de funcionar em ambientes completos e variados”.

As fabricantes de veículos estão na corrida para desenvolver carros autônomos e renovar seus modelos de negócios para um mundo onde a mobilidade está sendo redefinida, pois a maioria da população mundial vai convergir para grandes megacidades durante as próximas duas décadas.
Talvez carros autônomos que se movimentam em harmonia sejam essenciais para que pessoas e bens fluam com segurança e eficiência.
A M City, uma mini-metrópole de 13 hectares, visa reproduzir o caos urbano moderno, com engarrafamentos e pedestres imprevisíveis, junto com paisagens suburbanas, grandes autoestradas e rodovias rurais.
A instalação de US$ 10 milhões em Ann Arbor, Michigan, tem 40 fachadas de edifícios, cruzamentos angulosos, uma rotunda, uma ponte, um túnel, caminhos de cascalho e muitas perspectivas obstruídas. Tem até uma autoestrada de quatro faixas com rampas de entrada e saída.
Sebastian, um pedestre mecatrônico, vai interferir no trânsito para testar se os carros robóticos conseguirão detectar a presença dele e pisar no freio a fim de evitar um atropelamento, disse Sweatman.
‘Acelerar’
“Acreditamos que a tecnologia autônoma será extremamente atraente para os consumidores”, disse Sweatman. “Por isso, ela terá que ser implementada o mais rápido que conseguirmos dentro dos limites da razoabilidade e responsabilidade. Projetamos a M City para acelerar esse processo”.
As fabricantes de veículos disseram que os carros sem motorista poderiam chegar às ruas dentro de cinco anos.
O mercado para a tecnologia autônoma crescerá para US$ 42 bilhões por volta de 2025, e os carros que funcionam sozinhos poderiam equivaler a um quarto das vendas de automóveis no mundo em 2035, de acordo com a Boston Consulting Group.
Por volta de 2017, carros semi-autônomos que são capazes de funcionar em piloto automático, estacionar sozinhos e trocar de faixa automaticamente estarão disponíveis em “grandes quantidades”, disse a firma.
Até agora, os testes de carros autônomos foram realizados em vias públicas ou áreas particulares destinadas a esse fim. As fabricantes de veículos estudam os carros-robô em pistas antigas de teste projetadas para avaliar com que velocidade os carros tradicionais podem dar voltas ou quão bem eles funcionam com humanos ao volante.
A Google Inc. registrou mais de 1,6 milhão de quilômetros em testes de seu veículo autônomo nas ruas do Vale do Silício e, a partir do mês passado, nas autoestradas de Austin, Texas.
A M City representa uma alternativa a isso.
“Se você está nas estradas públicas, com certeza surgirão toda sorte de situações incomuns, mas elas só acontecerão uma vez”, disse Sweatman. “Gostamos da noção de criar situações desafiadoras que podemos repetir quantas vezes quisermos”.

Um quarto dos celulares do Brasil é pós-pago


Alexandre Battibugli/EXAME
Loja da Vivo
Dentre as quatro principais empresas, a que possui um maior mix de pós-pagos é a Vivo
Bruno do Amaral, doTeletime
São Paulo - Com 1,7 milhão de desconexões, o mercado brasileiro de serviço móvel pessoal (SMP) fechou junho com uma queda de 0,60% em comparação com maio, totalizando 282,454 milhões de linhas, de acordo com balanço da Anatel divulgado nesta segunda-feira, 20.
Com isso, o avanço semestral da base total do setor foi de 0,61%, com um crescimento líquido de 1,725 milhão de acessos.
Mas a indústria traz um mix diferente, chegando a um quarto de celulares pós-pagos pela primeira vez em mais de dez anos.

Esse movimento aconteceu também porque o mercado de pré-pago recuou 1,01% no mês. Foram desconectadas 2,162 milhões de linhas pré-pagas e o segmento encerrou junho com 211,4 milhões de acessos.
A proporção em relação ao total da base diminuiu 1 ponto percentual (p.p.) no semestre, mas ainda é a esmagadora maioria brasileira, com 74,85%.
Isso significa que a base de linhas pós-pagas, com 71 milhões de acessos, aumentou na mesma proporção, sendo agora 25,15% do total.
É a primeira vez que essa proporção passa de um quarto do total desde pelo menos janeiro de 2005 (informação mais antiga do banco de dados da Anatel), quando era de 19,57%, ou pouco mais de 13 milhões de linhas de um total de 66,6 milhões de acessos.
Isso mostra que, em dez anos, as operadoras aumentaram apenas 5 p.p. nesse mix, embora o ritmo pareça ter aumentado.
Dentre as quatro principais empresas, a que possui um maior mix de pós-pagos é a Vivo, com 35,80% (29,586 milhões de acessos) da base utilizando essa modalidade de plano, um aumento de 0,69% em relação a maio.
A Claro contava em junho com 22,41% (15,957 milhões), crescimento de 0,13%; seguida de 18,23% da Oi (9,158 milhões), recuo de 0,27%; e 18,15% (13,539 milhões) da TIM, aumento de 1,21%.

Todas as grandes mostraram recuo na base de pré-pago em junho, com destaque para a TIM, que recuou 1,35% (836 mil desconexões) no mês. Vivo registrou queda de 1,18% (631,5 mil linhas a menos), Claro caiu 0,75% (416,6 mil) e Oi recuou 0,68% (282,7 mil).

Desconexões
O recuo da base total de acessos móveis de 1,7 milhão de desconexões entre maio e junho veio justamente das quatro maiores operadoras brasileiras, com destaque para a TIM, que caiu 0,89% no mês (673,6 mil desconexões).
Em seguida veio a Vivo, com recuo de 0,52% (428,3 mil); depois a Claro, com 0,55% de queda (396,3 mil); e a Oi, com 0,61% de retração (307,5 mil linhas a menos).
Desconsiderando as operações menores da Datora e Terapar, quem registrou maior crescimento mensal foi a Porto Seguro, com 6,33% (19,6 mil adições), embora o aumento líquido maior tenha sido da Nextel, com 82,6 mil adições (aumento de 4,13%).
No semestre, somente a TIM e a Oi mostraram retração: 1,48% (1,120 milhão de desconexões) e 1,35% (686,7 mil), respectivamente.
A Vivo, por outro lado, mostrou maior aumento líquido: 2,717 milhões, ou 3,40% de avanço. Proporcionalmente, a Nextel foi a que mais adicionou à própria base, com 37,83% de crescimento (572,2 mil adições líquidas).
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